16º Congresso de Pesquisa Científica
← Trabalhos CPC-2026-015

Filosofia e Teologia

A Banalidade do Mal segundo Hannah Arendt e a Igreja Católica: a condenação e o combate intelectual ao totalitarismo e à indiferença

Marcos Eduardo Ferreira de Oliveira

Orientação: Prof. Dr. Pe. Orion Ferreira Lima

Sessão

a definir

Horário

—

Sala

—

Turma

—

Resumo

O presente trabalho pretende rememorar o conceito da “Banalidade do Mal”, apresentado pela filósofa alemã Hannah Arendt (1907-1975) em sua obra “Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal” (1963), unindo-o à obra "Origens do Totalitarismo" (1951) e aos escritos e discursos dos Santos Padres. Em seus escritos, Arendt demonstra um claro caminho de ascensão ao poder de regimes totalitaristas que se baseia no domínio intelectual e na subversão do pensamento crítico. Os estados totalitários esforçam-se por moldar o pensamento de seus cidadãos desde a infância, objetivando sempre implantar medo e desconfiança, obediência cega ao líder e a supressão de qualquer pensamento crítico que resultaria na oposição às ideias do regime. Assim, urge-nos um combate intelectual às teses totalitaristas, no qual Arendt, por primeiro, e outros pensadores são professores magistrais para esse choque de ideias.